Curso Para Juiz do Trabalho - CJT
http://www.cursoparajuizdotrabalho.com.br/

Curso Para Juiz do Trabalho

Centenas de alunos aprovados e felizes com o Curso que combina ideias inovadoras, excelentes resultados, apoio e autenticidade! 

 

 

 

 

 


 

 


 

 


 

 


 

 


 

 

 

 

Juíza Angélica Gomes Rezende, aluna dos cursos de segunda-fase (virtual) e prova oral (presencial - preparação prévia e acompanhamento), aprovada no Concurso do TRT 8ª Região, considerado um dos concursos mais rígidos e difíceis do país, encaminha um testemunho de fé e gratidão, contando um pouco da sua superação para alcançar seu sonho. Ao elogiar o trabalho dos juízes, para ela "o grande diferencial do CJT é a relação de amizade, compreensão e as mensagens de Deus":

Queridos Ney e Maurílio (ex-colaborador do CJT),

Nunca vou ter palavras o suficiente para agradecer por tudo o que vocês fizeram por mim. Essa aprovação é resultado do meu esforço e dedicação, mas também do empenho de vocês que sempre procuram aperfeiçoar e aprimorar o conhecimento dos alunos. Muito obrigada por terem me feito acreditar, quando nem eu mesma acreditava na minha capacidade.

Posso testemunhar que o CJT é mais que um curso jurídico. O grande diferencial do CJT é a relação de amizade, compreensão e as mensagens de Deus que vocês sempre nos passavam. Vou carregar para sempre tudo o que aprendi com vocês desde o curso para a prova da segunda fase. Vocês são exemplos de luta e perseverança.

Agradeço também pela paciência que tiveram comigo nos dias que antecederam a prova oral. Obrigada por terem me confortado no meu momento de desespero e por terem me dado a esperança de que esse sonho seria possível de ser alcançado. Também quero agradecer à Karol [secretária de apoio do CJT] por todo o apoio prestado, por cuidar de mim e providenciar tudo o que eu precisava, além de cuidar da minha aparência para a prova (rsrsrs).

A trajetória de vocês foi um exemplo na minha vida, de que seria possível ser juiz do trabalho, mesmo tendo que conciliar a responsabilidade com o trabalho. Tenho ambos como espelho de magistrados que quero seguir na minha vida profissional.

Aproveito a oportunidade para agradecer à minha família, principalmente à minha mãe, por sempre compreender a minha ausência em razão dos estudos. Agradeço ao meu pai (falecido em 2001) por ter me deixado a maior herança que um pai pode deixar para um filho: a educação. Agradeço ao meu namorado por ter aguentado todo o meu nervosismo antes e após as provas e aos colegas de luta que estudavam e faziam provas comigo e a todas as pessoas que torcem por mim. Ninguém vence sozinho. Sem vocês eu não teria chegado até aqui.

Por fim, meu agradecimento maior é a Deus que me proporcionou essa alegria imensa. Por ter me dado forças para prosseguir estudando mesmo quando já estava cansada, desanimada e desacreditada. A mensagem que posso deixar para os concurseiros é a de que esse sonho é possível de ser alcançado. Continuem lutando e persevarando que a vitória chegará certamente.

Muito obrigada a todos.
Abraços
Angélica Gomes Rezende

 


Sete anos para ver um sonho se realizar, a aluna do CJT (de segunda-fase, sentença e prova oral), Juíza Katarina Mousinho Matos dá seu testemunho de perseverança e seus agradecimentos, após a aprovação em primeiro lugar na prova oral do TRT 8ª/2011, considerado o Tribunal mais rígido em prova oral.

Maurílio (ex-colaborador do CJT) e Ney,

Muita coisa tenho a falar e agradecer. Estudei sete anos para a magistratura e foram anos de muito aprendizado não apenas jurídico. Conheci e fiz amizades com pessoas maravilhosas, que me deram lições de perseverança, fé, solidariedade, humildade, enfim, de amor cristão. Vocês certamente estão dentre essas pessoas, afinal não os conheci apenas como professores, mas lá atrás desde a luta de vocês como concurseiros, dando exemplo de fé e perseverança.

Maurílio, você não sabe como me ajudou naquelas duas semana em que passei Natal e Reveillon na sua casa, levada pela minha amiga Amanda, aquilo ali foi um divisor de águas para mim, você me deixou bem claro o quanto eu ainda precisava melhorar nos estudos e me ensinou um rumo a seguir, aprendi a fazer resumos com o Gustavinho, dividiu conosco sua companhia num momento em que abdicamos da família em prol do nosso sonho.

Ney, você foi meu grande exemplo de perseverança, meu exemplo que mesmo trabalhando muuuuuuito e tendo pouco tempo pra estudar, ainda assim é importante continuar até passar.

A mais importante lição de todas foi entregar a minha vida nas mãos de Deus, afinal os obstáculos não foram poucos, tudo parecia conspirar contra o meu objetivo, várias foram as vezes em que pensei em desistir, passei no meu 24º concurso (pelas minhas contas rápidas), sendo que em muitos eu reprovava na segunda etapa discursiva, e quando eu não tinha mais forças, Deus mandou anjos na forma de amigos, médicos, professores, Juízes, que me empurravam para as inscrições nos concursos, inclusive o do TRT da 8ª Região, que eu já me achava incapaz de passar na primeira etapa.

Além do mais, sempre fui tímida e reservada, a prova oral foi o maior desafio que já enfrentei na minha vida, e não enfrentei sozinha, nunca tive dúvidas de que eu queria vocês dois do meu lado nesse momento, nem se ainda não existisse CJT, eu ia convocá-los, o que certamente foi importantíssimo para minha aprovação, as perguntas certeiras, o material, o apoio emocional, o amparo da Karol, tudo.

Por fim, registro meu mais profundo agradecimento ao meu marido, Fabrício, que sempre me apoiou nesse objetivo e aguentou muito, mas muito mesmo, todo o nervosismo pré e pós provas, e abdicou junto comigo de festas, passeios, etc, adiando os próprios sonhos para que eu pudesse lutar pelo meu, te amo mesmo.

Katarina Mousinho Matos


Aluna do CJT, aprovada com louvor na prova oral do Concurso do TRT 6ª, encaminha seu testemunho de fé e do trabalho do CJT em sua caminhada. Ainda emocionada, a Juíza Paula Xavier, com sua alegria peculiar, faz um bonito relato e agradecimento:

Queridos Maurílio (ex-colaborador do CJT) e Ney,

Quero também demonstrar minha gratidão e felicidade em poder contar com vocês na realização do meu grande sonho.

Agradeço não apenas pelos ensinamentos jurídicos e pelas instruções precisas em relação à prova oral, mas principalmente pela atenção, pelo carinho e pelo suporte que vocês me proporcionaram nessa complicada fase, desde muito antes das angustiantes 24horas.

Vocês foram imprescindíveis para a minha aprovação!

Vocês formam um curso espetacular, inédito e que ampara os alunos nos mais diversos momentos.

Com a fé e as palavras de Deus ministradas por vocês, pude acreditar que seria possível
.

Serei eternamente grata por todo apoio que vocês me proporcionaram, inclusive à Karol que nos instruiu quanto aos aspectos burocráticos e segurou nossas mãos minutos antes da prova.

Agradeço também aos demais colegas que fizeram parte dessa jornada final, compartilhando suas impressões e experiências, tudo graças à "família CJT", e especialmente às amigas, Juliana Pimentel [aluna do CJT aprovada em 1º lugar na prova oral], e Débora Borges [aluna do CJT aprovada], pelo apoio e companhia nas horas difíceis.

Agradeço imensamente ao amigo e companheiro Josley Soares pela ajuda e amparo incondicionais, pela disponibilidade e paciência em me auxiliar.

Sou também eternamente grata à família que Deus me proporcionou, pelo incentivo, pelo apoio constante, pelo amor e pela crença em meu potencial. Graças a eles, superei diversas adversidades no caminho até a tão almejada aprovação.

Muito obrigada por tudo!

Um forte abraço.

Paula Gouveia Xavier


 

Aluna Fiel do CJT dos Cursos de Segunda-Fase, Sentença (virtual) e Prova Oral (Preparação Prévia e Acompanhamento), a Juíza Márcia Sayori Ishirugi encaminha seu testemunho pelas bençãos de Deus e seu agradecimento ao trabalho realizado pelos juízes do CJT e à Secretária do Módulo de Acompanhamento:

 

Queridos Ney e Maurílio (ex-colaborador do CJT),

As orientações, as palavras de fé e o carinho de vocês foram essenciais nessa etapa final.

As dicas foram certeiras e os simulados muito valiosos.

Quando cheguei a Recife, estava muito aflita com a proximidade da prova e vocês me devolveram a paz.

Muito obrigada por tudo.

Deixo também um agradecimento especial ao Alexandre, meu companheiro de todos os momentos, à Sarah, meu anjinho das 24 horas e à Karol, pela sua eficiência e alegria. Acima de tudo agradeço a Deus, por estar sempre presente e por ter me concedido essa bênção.

Um grande beijo a vocês e aos candidatos que participaram dessa etapa, exemplos de companheirismo e humildade.

Márcia Sayori Ishirugi

 



1º lugar na prova oral do Concurso do TRT 6ª (PE), a Juíza Juliana Wilhelm Ferrarini Pimentel, fiel aluna do CJT dos Cursos de Segunda-Fase, WorkShop, Curso de Sentença e dos Cursos de Prova Oral (Preparação Prévia e Acompanhamento em Prova), interrompeu a noite de comemoração para enviar um rápido agradecimento:


Queridos Professores,

Não tenho palavras para expressar a minha gratidão. Vocês me ensinaram o que abre as portas e me mostraram que o medo é o nosso maior inimigo.

Vocês são iluminados e sabem o que estão fazendo!

Queria dizer também que essa vitória é de toda a "família CJT". O grupo estava muito unido e todos se ajudaram. Essa união foi essencial para a minha aprovação.

Agradeço, em especial, às amigas Dani, Débora Koerich [também aprovada e aluna do CJT] e Paula [aprovada e aluna do CJT], companheiras de todas as horas.

Por fim, agradeço ao meu marido e ao meu primo pelo apoio incondicional. 

Juliana Pimentel 

 

Renomado advogado e jurista encaminha testemunho elogiando prova oral da aluna do CJT e parabenizando o Curso pela preparação da candidata

O Doutor Luciano Souto do Espirito Santo, respeitado advogado-militante em Recife surpreendeu-se com a preparação técnica da aluna CJT (aprovada em primeiro lugar), encaminhando o seguinte email para o CJT:

Prezados Senhores, boa noite. 

Sou advogado, militante da Justiça do Trabalho na 6ª Região (Pernambuco) e parei neste momento apenas para falar da aluna e , após a posse, da Magistrada Juliana Wilhelm Ferrarini Pimentel.
Não a conheço.
Porém, após realizar sustentação oral na 1ª Turma do TRT6, passei pela sala do Pleno, onde estavam sendo arguidos os canditatos do concurso para Juiz do Trabalho.
Assisti a três provas orais, sendo a última a da Dr.ª Juliana Wilhelm Ferrarini Pimentel.

Não tive dúvidas: aquela seria Juíza!
Segura nas respostas. Preparada. Total conhecimento do assunto. Respostas na ponta da língua. Convicções firmes.

Parabéns à Magistrada. Parabéns ao Curso que, com certeza, foi parte importante na preparação da Aluna.

Seja bem vinda à 6ª Região!

Luciano Souto do Espirito Santo.
Espirito Santo Advogados.


Aluna dos Cursos de Segunda-Fase, Curso de Sentença (virtual e presencial) e Cursos de Prova Oral (Preparação Prévia e Módulo de Acompanhamento), a Juíza Débora Borges Koerich (na foto abaixo com a genitora, à esquerda da foto) envia seu testemunho e agradecimento, de quem optou pelo CJT e passou pouco mais de um ano para ver o sonho da aprovação realizado no Concurso do TRT 6ª (Pernambuco):

Professores,

Não há como expressar por meio de palavras a gratidão que eu sinto.  

Obrigada pelo apoio incondicional, pela força, pelas orações, pelas palavras e pelo carinho.

Ser aluna de vocês é realmente um grande privilégio.

Essa batalha foi vencida de forma muito mais fácil por conta de toda a ajuda que eu recebi de vocês desde a preparação para a segunda e para a terceira fase do certame e, agora, para a tão temida fase oral.

Fazer a preparação das 24 horas com vocês foi essencial para mim. A palavra de vocês, no momento em que eu tive muito medo, me deu força e serenidade para vencer todos os pontos que eu tinha que estudar.

Vocês conhecem o caminho para a vitória e mostram para os alunos, com grande excelência, a forma de alcançar o sonho.

A vitória não é só minha, mas de todos aqueles que lutaram e sonharam comigo, portanto, parabéns para vocês também!

Tenham em mim uma grande amiga, pois tenho em vocês grandes mestres. Que Deus ilumine o trabalho de vocês sempre!

Karol [Secretária do CJT dos Módulo de Acompanhamento], minha querida, obrigada pelo apoio! Você é um anjo que o CJT conseguiu. Seu trabalho é excelente e você consegue transformar dias de angustia em grandes risadas.

Aos colegas aprovados, parabéns! O resultado de nossa união não poderia ser outro que não o sucesso! Vocês são ótimos!

Agradeço ainda à minha família e aos meus amigos, que são os grandes amores da minha vida!

Beijos,

Débora Borges Koerich

VEJA O ÁLBUM CJT DOS APROVADOS EM RECIFE


Resultado da Prova Oral de Natal (TRT 21ª) teve a marca do CJT
(Com o resultado do TRT 21ª o CJT soma exatos 113 alunos aprovados só no ano de 2010. Mas, lembre-se sempre: o ano ainda não acabou...)

Aluna Fiel, a Juíza Aline Fabiana Campos Pereira, confiou duas vezes no CJT. Foi aprovada nas duas vezes sempre entre os primeiros lugares. Leia abaixo o testemunho da Juíza Aline Pereira que acreditou no CJT, foi aprovada em primeiro lugar (TRT 14ª/2010) e nove meses depois confiou novamente no CJT para um desafio maior. Em um relato de superação, perseverança e fé, a nova Juíza da 21ª Região conta sua tragetória vitoriosa: 

Que dizer dessas duas pessoas iluminadas que mais uma vez fizeram parte de momento tão especial da minha vida?

Conheci o Maurílio (ex-colaborador do CJT) e o Ney em março deste ano [2010], às vésperas da prova do TRT 14ª, quando após passar por um problema de saúde e há várias semanas sem estudar, me descobri apavorada com a ideia de enfrentar a arguição oral. Naquela ocasião, o Ney e o Maurílio me acompanharam, preparando material, fazendo arguições simuladas sobre vários temas que foram posteriormente abordados pela Banca e me auxiliaram psicologicamente a lidar com o "monstro da prova oral".

Graças à fundamental contribuição do Ney e do Maurílio, fui aprovada já no primeiro concurso que realizei fora do meu Estado de origem.

Parecia que a maratona de concursos tinha parado por aí. Empossada, morando no interior de Rondônia, fui diversas vezes designada para atuar em varas itinerantes na fronteira da Bolívia, em comunidades onde não há telefone celular, agências bancárias ou correios. Exausta da trajetória de "concurseira" e desmotivada, me parecia inevitável desistir de estudar. Me desfiz de parte de meus livros e anotações e quase me conformei com a ideia de passar o resto da minha vida em Rondônia, já que o TRT 14ª na época ainda não admitia remoções.

Mas, mais uma vez, meus "anjos da guarda" prestaram contribuição decisiva para meu futuro. Maurílio e Ney me incentivaram a persistir nos estudos e prestar outros concursos até ser aprovada.

E, com o imprescindível apoio deles, não obstante todas as dificuldades materiais, fiz o concurso para a magistratura do trabalho, dessa vez no TRT 21ª. Mais uma vez, às vésperas da prova oral, no exercício da titularidade da vara em que atuo, trabalhando até às 20h00 todos os dias, a mim parecia impossível ser abençoada com mais uma aprovação. Recorri, assim, mais uma vez aos meus anjos da guarda, que acompanharam também minha segunda prova oral, desta vez em Natal.

À véspera da arguição, parecia impossível preparar os 13 pontos sobre matérias que iam desde formação humanística até direito penal e que compunham o ponto sorteado para minha arguição. Quase surtei. Ainda assim, o Maurílio e o Ney, com a calma, a lucidez e a religiosidade que só eles têm, me fizeram voltar a caminhar nos trilhos e me devolveram a confiança e a fé que eu havia perdido. Além disso, prepararam todos os pontos e fizeram arguições simuladas sobre quase todos os temas abordados pela Banca.

Hoje, posso dizer, sem medo de errar, que o Ney e o Maurílio foram os instrumentos de Deus para a concretização do meu grande sonho. Serei eternamente grata a eles pela minha aprovação, por duas vezes, no concurso para a magistratura do trabalho.

Aline Fabiana Campos Pereira


Ele toma posse como Procurador do Trabalho nesta segunda (25/10/2010). Embora em uma grande correria, ele reservou um tempo para edificar os concursandos com um testemunho detalhado das bençãos divinas que lhe foram derramadas e da importância do trabalho do CJT na sua aprovação. Além disso, o novo Procurador do Trabalho, Doutor Afonso de Paula Pinheiro Rocha encaminha orientações, em primeira mão e com exclusividade para o CJT, para aqueles que querem conhecer o sucesso (os grifos abaixo foram acrescentados pelo CJT):

Eu tive que pedir muita inspiração para poder colocar em palavras todo um ano de concursos e mais outro tempo de vida que levaram ao momento da aprovação. Espero ter encontrado as palavras certas para poder expressar a gratidão pelas orientações e pelos conhecimentos que o curso me proporcionou, bem como espero que minhas palavras possam servir de inspiração, alento ou motivação para tantos outros colegas que trilham esse árduo caminho dos concursos públicos.

Eu só tive contato com o CJT já na preparação para a prova oral do MPT, mas ao ter contato com as Revistas e com o método de trabalho e especialmente com o caráter e humanidade dos professores, eu tenho certeza que não teria amargado reprovações, especialmente nas sentenças, nas provas de magistratura que fiz. (Contudo, eu gosto de pensar que isso aconteceu para que eu não perdesse o foco do concurso do MPT!).

Mais ainda, não posso deixar de destacar o papel do CJT, pois mais que me preparar para a prova oral eles me deram algo muito melhor que a aprovação. Eles me recordaram que era eu que precisava renovar a minha fé, minhas dúvidas e angústias eram sinal de que eu não agia conforme minhas crenças.

Com as aulas e o apoio dos queridos mestres eu lembrei até mesmo quem eu era. Tanto foco e concentração no concurso faz a gente perder perspectiva.

Eu posso garantir uma coisa, a experiência que vivi com o grupo do CJT me tornou uma pessoa melhor e sendo essa pessoa melhor eu finalmente me senti capaz de conseguir o meu sonho. A dúvida persistente de que “será que eu sou capaz?”; “será que eu vou conseguir?”; “será que eu serei um bom procurador?”, foi embora. (Essa dúvida chata voltou nos dias que antecederam o resultado, mas consegui controlar, lembrando exatamente das lições e mensagens aprendidas.)

Olhando em retrospectiva, eu percebi que a chave da minha aprovação e até mesmo do meu rendimento não foi só buscar a melhor fonte de conteúdo, foi encontrar um curso que focou a preparação em mim e não no meu conhecimento jurídico.

Eu realmente fico quase triste de não ter mais que estudar para concurso, pois as lembranças do grupo e das aulas dão muita saudade. Mais ainda, quando eu paro para pensar que toda uma geração de juízes e procuradores do trabalho vão ter recebido a mesma mensagem que eu e espero tenham tido a mesma alegria em receber essa mensagem eu passo a ter certeza de que os professores e toda a equipe do CJT são realmente pessoas iluminadas e escolhidas para fazer a diferença não só nas vidas de concurseiros, mas de toda a sociedade de forma reflexa.

Em resumo essa é a dívida de gratidão que vai me acompanhar sempre. Achei que muitas palavras conseguiriam expressar tamanho impacto e veicular todos os profundos desejos de sucesso para essa equipe fantástica do CJT, mas no final das contas acho que a forma mais adequada de agradecer é somente dizendo: “Que Deus continue abençoando vocês e realmente muito obrigado por tudo!” e fazendo da minha carreira o verdadeiro testemunho da mensagem que o curso me ajudou a descobrir.

Passado o agradecimento inicial, peço licença para contar um pouco do meu percurso, pois ele também é prova de que é preciso ter fé e confiança que Deus está agindo na nossa vida.

Minha história começa logo no final da minha formatura. Poucos meses antes do fim da faculdade eu fui tomado pela “crise de final de curso”. A hora que bate o desespero do “e agora?”, “o que é que eu vou fazer da minha vida?”’.
Nesse ponto eu já quero deixar algumas sugestões que se eu tivesse observado, teria tido um final de curso menos traumático.

1. Tenha um plano que seja só seu, que leve em consideração o que você gosta de fazer e ACREDITE NELE!

Eu comecei minha vida jurídica pela área trabalhista, meu primeiro estágio foi num escritório trabalhista antes mesmo de eu ter feito qualquer cadeira de processo civil. Aprendi processo na rotina vertiginosa de um escritório. Isso foi bom porque tinha uma noção bem real do processo do trabalho, mas me deixou sempre um pouco incomodado com o processo civil, especialmente os formalismos e as redundâncias que comprometem a celeridade.

Estagiei ainda na procuradoria federal do INSS e no próprio MPT. Assim, pode-se dizer que o direito do trabalho sempre esteve na minha gênese jurídica.

Contudo, o direito do trabalho é sempre visto como o “patinho feio” do direito ou na lógica “ame-o ou deixe-o”. Muito dos meus colegas zombavam do fato de gostar do direito do trabalho e isso não só atrapalhou eu acreditar no meu plano de fazer concursos trabalhistas, como me fez considerar outras carreiras.

A verdade é que só quando eu realmente passei a acreditar no meu plano de fazer concursos na área trabalhista, as aprovações começaram a surgir.

2. Faça a espera valer a pena, prepare-se durante os 3 anos de prática!

Quando eu me formei, eu pensava que o então criado requisito dos 3 anos frustraria meu plano de passar logo, bem como, cortavam de forma imediata os meus planos trabalhistas – magistratura e MPT! Mais ainda eu fiquei – “e agora?”

Então eu procurei seguir outra coisa que gosto muito, a vida acadêmica! Fiz a seleção do mestrado, mesmo ouvindo que alunos recém formados não seriam selecionados frente a quantidade de juízes, promotores e procuradores que fazem a seleção, eu acreditei e pedi muito por essa bênção e ela veio.

Fazer o mestrado tirou um pouco do peso familiar e da cobrança dos colegas, apesar de outros insistirem que dar aula é uma atividade secundária ao cargo público e que mestrados e especializações hoje em dia existem às dúzias!

Eu sempre procurava acreditar que o mestrado iria me ajudar a ter maior desenvoltura na redação das respostas, bem como na prática de um estudo verticalizado. Além disso, foi o mestrado que abriu as portas para que eu pudesse estar no ensino superior, outra prática que ajudou a aperfeiçoar minha dicção e forma de exposição!

Outra forma de preparação foi fazer concursos secundários, pois sempre bate uma incerteza quanto ao futuro e mais uma vez eu tive a alegria de passar num concurso para advogado de uma sociedade de economia mista!

Era um bom emprego e eu caí exatamente na área trabalhista, o que ajudou a aprimorar ainda mais meus conhecimentos e prática.
Contudo, é agora que entra a parte de acreditar no seu plano/sonho. Várias foram às vezes que eu me peguei pensando que eu deveria desistir de concurso e fazer carreira na empresa, até mesmo porque eu já complementava um pouco a renda com algumas aulas. Além disso, o peso de conciliar o trabalho, com o final do mestrado, com uma pós-graduação que estava fazendo e com um casamento recém-iniciado parecia demais para mim.

Vejo hoje que projetei muita angústia e tensão nos meus familiares de forma desnecessária, se tivesse tido um pouco mais de fé no meu projeto de vida! (Lembre-se sempre de pedir desculpas e compensar as pessoas queridas pelo peso que suportaram com você.)

Minha vida deu um salto de qualidade quando eu tomei coragem e deixei o emprego concursado para estudar para o concurso que eu realmente queria! Foi uma das decisões mais ousadas que tomei, mesmo tendo o apoio moral e financeiro de minha família, ainda assim é difícil abrir mão de uma conquista em prol de outra.

3. Encontre a sua “receita de bolo” para o seu estudo valer a pena.

Embora a receita infalível para passar em qualquer concurso seja “estudar”, a forma desse estudo é que o deve ser encontrada tão logo quanto possível.

Para mim, foi quando eu percebi que gravava melhor a matéria ouvindo e vendo aulas do que somente na leitura direta. Procurei então fazer vários cursos.

Algo que me ajudou foi ser humilde em relação ao conhecimento que já tinha e fiz cursos básicos, revisando desde o mais simples até o mais atual. Revisar os fundamentos é tão importante quanto estar atualizado com a jurisprudência.

Outra coisa que foi um momento de virada no meu rendimento em provas objetivas foi quando eu passei a destinar quase a metade do meu tempo de estudo a unicamente resolver questões e estudar a matéria na questão.

Passamos às vezes tanto tempo lendo e “ingerindo” conhecimentos, que esquecemos que a prova quer um exercício contrário, além do que muita teoria muitas vezes pode ser um elemento complicador na hora de responder uma questão se faltar a malícia de saber o que as Bancas querem como resposta e isso só consegui resolvendo questões passadas aos montes!

Por fim, depois dos cursos mais básicos, encontre um curso específico de qualidade. Com a dificuldade atual dos concursos e volume de concorrência é preciso uma ajuda especializada – um bom atleta sem um bom técnico não atinge sua meta nem seu potencial.

4. A minha caminhada até o meu sonho profissional.

Depois de fazer os 3 anos de prática, terminar o mestrado, abandonar o emprego para estudar e achar a minha forma particular de estudo eu tive primeiro sucesso em primeira fase no concurso de magistratura de SP.

Foi uma grande felicidade, mas a segunda fase de SP foi marcada no dia anterior à prova de primeira fase do MPT. Uma prova em SP no sábado à tarde e outra no domingo de manhã em Fortaleza.

Foi muito puxado, o vôo atrasou, cheguei de madrugada e quase perdi e a prova não fosse a minha esposa insistir que eu olhasse novamente o horário. Eu não estava considerando o horário de verão.

Esse foi o primeiro momento que acho que Deus interveio para fazer com que eu aproveitasse bem a prova. Para encarar o sono, eu tomei uma bebida energética durante a prova. Foi muito engraçado ver o fiscal de sala rindo da minha escolha, enquanto todo mundo estava tomando água.

Apesar de achar ter feito uma prova ruim, eu tive a grande satisfação de ter tirado uma nota muito boa.

A segunda fase foi um desafio, pois por ser o grande concurso que eu sonhava, o nervosismo quase levou a melhor. Fiz uma prova boa, mas o nervosismo não me ajudou a fazer uma prova direta e objetiva, como mais tarde notei ser o interesse da banca. Além disso, fiz a prova prática um tanto que derrotado. Lembro-me ter perguntado ao procurador que fiscalizava a prova se ele tinha ideia de quando sairia o próximo concurso.

Não obstante essa falta de fé momentânea, logrei sucesso na segunda fase.

A espera do resultado da prova prática por sua vez foi um tanto conturbada. Minha mãe foi fazer um exame de rotina e teve uma reação adversa ao preparo do exame. Teve um agravamento dessa reação e ficou internada durante 16 dias e parte deles na UTI.

Esqueci completamente de estudo e quando lembrava do concurso só orava para que eu pudesse dar uma notícia boa a minha mãe, pois a sensação de impotência frente a problemas de saúde é algo que faz você buscar qualquer informação que possa alegrar a pessoa querida.

A segunda vez que senti claramente Deus agindo foi o dia do resultado da prova prática. Foi o mesmo dia em que minha mãe foi informada da data que teria alta do hospital. Dias de tormenta que tiveram um final feliz.

Contudo, minha preparação para a prova oral ficou prejudicada por mais algumas semanas e foi nesse momento que eu passei a me desvencilhar de todos os compromissos e empregos que tinha para aproveitar cada segundo.

Foram 2 os pilares que seguraram toda a tensão, ansiedade e angústia com essa prova oral. Família e aqui incluo os amigos e os queridos professores que me deram todo o suporte para a prova oral.

Nesse ponto não posso deixar de destacar o papel do CJT. É preciso ter feito parte desse grupo para entender.

A angústia da prova oral é um poderoso conector e traz bênçãos disfarçadas. Quando eu menos percebi já tinha feito amizades incríveis e tido a oportunidade de conhecer histórias de vida tão especiais dos colegas que colocaram a minha em perspectiva. Fizeram-me grato pelas felicidades e por tudo que tenho.

A preparação foi árdua, mas com o suporte desses dois pilares eu logrei a aprovação.

“ Um ano traduzido em 15 minutos”, pensamento que ecoou e ainda ecoa na minha mente. 15 minutos que facilmente eu poderia transformar em 15 horas de matéria e estudo, não fosse o nervosismo e o contexto de ser uma prova.

5. “Melhor que a festa de formatura é o churrasco da posse!”.

Um amigo sempre falava que: “Melhor que a festa de formatura é o churrasco da posse!”.

Ele tinha toda razão. Passar no concurso muda você, ainda estou me descobrindo pós-concurso, mas já posso notar que estou mais calmo, mais confiante, mais feliz. Sinto-me capaz de retribuir a todos que acreditam e me apoiaram. Sinto-me alguém de quem as pessoas queridas podem ter orgulho.

É uma sensação tão boa que você sente vontade de contagiar os outros, desejando para todo mundo que viva essa mesma emoção. Agora entendo porque a maioria daqueles que passam em concurso são tão solícitos com os que ainda estão nos estudos.

Enfim, esse é um breve resumo de um período da minha vida que jamais vai ser esquecido. Só espero que a minha carreira daqui para o futuro nunca perca esse norte maravilhoso, que é relembrar a razão pela qual eu passei por tudo isso, ter a oportunidade de fazer a diferença dentro de uma instituição que eu já posso dizer que sou apaixonado!

Fortaleza, outubro de 2010.

AFONSO ROCHA


 

Alguns dos testemunhos de vitória do Concurso do TRT 15ª/2010:

 

Reconhecendo que O CJT FOI IMPRESCINDÍVEL PARA SUA CONQUISTA, o Juiz Rosério Firmo, entendeu porque o resultado aparece rápido com a boa orientação.
Ao conseguir sua vaga no Curso de  Segunda-Fase ele começou a ter seu destino transformado, e venceu a montanha intransponível. Após duas rodadas do CJT, já foi aprovado na 2ª Fase. Recebeu orientação na sentença e apostou no trabalho do CJT na prova oral. Resultado: um testemunho impactante da mudança de vida e da fé. Um dos testemunhos mais edificantes e completos do CJT:
 

Prezados amigos Ney Rocha e Maurílio Néris (ex-colaborador do CJT),

Após a minha vitória final neste dificílimo concurso da Magistratura do TRT 15ª, gostaria de expressar meu pensamento sobre esta empreitada.

Inicialmente, registro que o CJT, na pessoa dos queridos amigos Ney e Maurílio, foi imprescindível para essa conquista.

Logo que me inscrevi no curso de preparação para a segunda fase do concurso da Magistratura Trabalhista (grafada com iniciais maiúsculas porque formada por homens e mulheres cheios de ideais e que sonham com um País mais justo, solidário, em que a igualdade entre os homens não é mera norma programática), para a prova dissertativa, já comecei a ter meu destino transformado. Isto porque, após a resposta de apenas duas rodadas, já veio minha aprovação nesta etapa, após ter sofrido 07 reprovações em segunda fase. Para mim, inicialmente, esta fase parecia uma montanha intransponível.

Com aprovação na segunda etapa, após a troca de e-mails com o Dr. Ney Rocha e não conseguindo fazer a inscrição no curso preparatório para sentença, pois quando tive certeza de que poderia afastar-me do meu serviço para ir a São Paulo, no curso presencial, já não mais consegui uma vaga. Todas já haviam se esgotado. Ainda assim, o Ney Rocha (posso assim chamá-lo), me apoiou através de orientações e dicas para a prova de sentença, que foram fundamentais para minha aprovação. Considerei da maior grandeza espiritual, por parte do Dr. Ney Rocha, esta atitude, pois, apesar de não estar inscrito no curso de sentença, ele gentilmente se dignou a me orientar.

Mais uma vez, após o resultado da prova de sentença, tive a percepção clara da presença e benção de Deus em minha vida, já que, na minha primeira prova de sentença, logrei aprovação. Com a imensa alegria e, por que não dizer, com o susto desta aprovação, fiquei meio que perdido em face da prova oral que teria que enfrentar.

Novamente o CJT foi insuperável na batalha a ser travada.

Nunca tive tempo para que, nos meus estudos, pudesse fazer um resumo de um ponto sequer do programa do concurso. Foram em torno de quatro anos de estudos (doutrinas, revistas especializadas, cursos de preparação), sem direito a descanso nas férias e nos finais de semana, pois havia a necessidade de dedicar o pouco tempo livre de que dispunha para estudar.

Assim, encaminhei ao Curso para Juiz do Trabalho outro e-mail, desta vez, demonstrando-lhes toda a minha aflição com relação à preparação para a prova oral. Por grata surpresa, recebi um telefonema do Dr. Ney, que se encontrava de férias em Miami. Na conversa, ele me disse para ficar tranqüilo e calmo, pois Deus já havia me abençoado e me preparado para a aprovação na prova oral. Acrescentou, apenas, que deveria fazer minha inscrição no curso de preparação para a prova oral e descansar-me para fazer a referida prova.

Fiz a minha inscrição no curso preparatório para a prova oral, realizado em São Paulo. Nesta etapa do curso e faltando ainda mais de um mês para a prova oral, já foi possível constatar as deficiências que possuía e que precisavam ser trabalhadas. Segui as orientações recebidas do CJT e que foram importantíssimas para a superação do desafio que estava por vir. Nessa caminhada de vitória, estas orientações foram também muito relevantes para outros companheiros de curso.

Registro, apenas para demonstrar a proteção Divina em nossas vidas, que no período entre o curso preparatório e a realização da prova oral, passei por dificuldades pessoais que, a princípio, poderiam ter atrapalhado o caminhar em direção à aprovação. É que minha mãe foi acometida por um AVC (acidente vascular cerebral), tendo sido hospitalizada por alguns dias, inclusive em unidade de tratamento intensivo. No entanto, não perdi a calma. Mantive-me confiante naquelas palavras de conforto que já havia recebido do Dr. Ney Rocha: “Deus já te abençoou para a aprovação neste concurso”.

Chegada a prova oral, fomos hospedados em um hotel de Campinas-SP (eu e mais 10 novos juízes do TRT/15), juntamente com o Dr. Ney Rocha e o Dr. Maurílio Néris, que durante todo o tempo procuraram transmitir palavras de conforto e de otimismo. Também estava presente a Secretária do Curso, a Srta. Karol, que, despojadamente, procurava nos auxiliar em todas as nossas necessidades materiais, para que não tivéssemos nossa tranqüilidade espiritual perturbada.

O resultado foi esplêndido!! Fui aprovado com uma belíssima nota na prova oral, enquanto precisava apenas de uma média 6. Igualmente, os meus dez nobres colegas e amigos companheiros do curso CJT.

Com as desculpas pela extensão deste depoimento, quero finalizar dizendo que a aprovação no concurso da Magistratura Trabalhista para o Tribunal Regional do Trabalho da 15ª. Região (Campinas-SP), teve um pouco de meu esforço e muito de DEUS, que me concedeu esta graça e benção, colocando como instrumento de sua atuação, de forma indireta, a ação de pessoas tão grandes de espírito e com vontade de ajudar as outras, sem qualquer outro interesse que não seja aquele de ver a alegria daqueles que foram vitoriosos nesta batalha, cuja inspiração e força vieram do Espírito de nosso Soberano.

Finalizo, agradecendo especialmente a Deus por esta conquista e por ter colocado pessoas tão maravilhosas junto a mim, que são o Dr. Ney Rocha e o Dr. Maurílio Néris, que são verdadeiros professores e mestres do Direito e a quem hoje posso chamá-los de amigos e a quem gostaria de dizer: “muito obrigado”, pois, o que fizeram por mim, é simplesmente incomensurável. Que Deus possa recompensá-los dando-lhes muitas bênçãos em todos os dias de suas vidas.

Rosério Firmo




Duas reprovações anteriores em prova oral (sem o CJT, claro!). Mas decidido a superar as adversidades em busca do sonho, o Juiz Elias Terukiyo Kubo encaminha seu agradecimento, reconhecendo a importância do trabalho do CJT na sua bela aprovação:

Prezados Ney e Maurílio (ex-colaborador do CJT)

O meu caminho para chegar à aprovação final do concurso para Juiz do Trabalho da 15ª Região passou por momentos críticos que chegaram a me desanimar e pensar a respeito da real possibilidade de alcançar o objetivo buscado.

Cheguei em duas orais anteriormente, fiz o primeiro exame oral no mês de dezembro de 2007 no TRT02 de São Paulo e no concurso seguinte no TRT03 de Minas Gerais em outubro de 2008, tendo sido reprovado em ambos. Fiz mais três concursos seguintes TRT01, TRT03/2009, TRT02/2009, nas quais cheguei, no máximo, à sentença. Nessas horas, questionamos se estamos no caminho certo, ou se temos capacidade para tanto.

Porém, devemos sempre levar essas adversidades para o lado positivo, ter em mente que se desistirmos teremos perdido 4 (quatro) anos de dedicação, de tempo, de sacrifício. Além disso, chegar à fase oral mostra que temos o conhecimento jurídico, mas certamente detalhes estão nos afastando da aprovação. E acreditar sempre que o melhor está sendo reservado para nós. Continuei estudando e cheguei mais uma vez na oral, agora em Campinas.

Desta vez para a preparação do exame oral, conheci o curso CJT por meio de dois amigos, o Marco Estraiotto [atual procurador do trabalho] e o Daniel Balan, que me indicaram e disseram que a preparação para essa fase do curso é o que há de melhor no mercado. Dito e feito.

Nesse particular, prezados Ney e Maurílio, agradeço as orientações e críticas sempre construtivas para tirar de nós o melhor desempenho possível. Certamente, sem a assistência de vocês o caminho para o sucesso seria muito mais difícil. A participação de ambos foi fundamental para a nossa aprovação. Estarei eternamente grato pelo trabalho realizado. Agradeço a Deus por ter colocado vocês dois nesse árduo caminho para a aprovação no concurso.


Obrigado


Elias T. Kubo

 

 

 

Alunos do CJT aprovados no TRT 2ª (São Paulo) são entrevistados no dia do resultado da prova oral. Os professores do CJT estiveram presentes. Veja o vídeo abaixo (divulgado no Youtube).

 

 

(Clique aqui e leia todos os testemunhos dos alunos juízes e procuradores aprovados) 

  

          

 Clique aqui para ir para a página de informações sobre os cursos.

Livro "CURSO PARA 2ª FASE DO CONCURSO DE JUIZ DO TRABALHO - QUESTÕES POLÊMICAS RESOLVIDAS" 
 

   Webmail 




 

 

Visitante (desde 08/2008):
Gigante no propósito de Deus!!
 

 

  

Cursos para Magistratura Trabalhista